Sindifoz questiona prefeitura de Ilhota sobre revisão geral anual que deveria ser concedida em março

O Sindifoz voltou a oficiar o prefeito de Ilhota questionando a respeito da concessão da revisão geral anual no salário dos servidores municipais, ativos, inativos e do Legislativo, que deveria ter ocorrido em março, conforme a data-base da categoria. Até agora, um mês depois da data-base, o governo municipal ainda não se manifestou ou apresentou projeto de lei na Câmara de Vereadores. O índice a ser aplicado no município é o IPCA e, no período entre fevereiro de 2020 e janeiro de 2021, foi de 4,55%.

Essa não é a primeira vez que o prefeito Dida, de Ilhota, deixa o servidor público na mão. Mesmo diante da situação econômica que o país vive, com alta de preços de itens básicos como combustível e alimentação, a categoria ainda não foi atendida com a revisão geral anual, que é um direito seu. Nesse período de um ano, os servidores vêm atuando na linha de frente da pandemia, se expondo aos riscos da contaminação da covid-19, inclusive com casos de óbito de servidores no município.

Em 2018, no primeiro mandato de Dida, os servidores tiveram que entrar em estado de greve para reivindicar a revisão geral anual, que pela primeira vez desde 2013 não havia sido concedida conforme a lei municipal determina.

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